Ele foi herói na década de 80,
Cheguei a pensar que não fosse humano, mas divino
Eu o amava...ainda o amo
Confiava, amava e temia
Não suportava a idéia de não tê-lo por perto
Escondi coisas para não vê-lo sofrer
Mas o tempo passou e os vendavais da vida derrubaram a máscara e a capa...
Esvaeceram-se os poderes.
O herói morreu, e aquele homem se foi
Outra cidade, outra vida, outra familia
E eu não precisei mais do seu exemplo.
O cargo de herói, a máscara, a capa e a responsabilidade que antes eram compartidos,
ele abandonou com uma mulher e se aposentou antes do tempo...
Hoje só conto com seu desapreço disfarçado.
Assim um dos laços mais fortes da humanidade reduziu-se a "conhecidos distantes".
Daiane
Herois morrem.. sempre morrem.. mas nunca deixarao de serem herois, e herois erram, infelizmente eles tb tem esse direito que pensamos ser cabiveis apenas a nohs..
ResponderExcluirOs erros nao vao apagar aquilo que um dia foram, e aquilo que na verdade sao, herois.
O importante não é quem erra, é algum dia reconhecer o erro e fazer com que não seja eterno, com que não seja um erro contínuo...
ResponderExcluirNao concordo com nada que seja uma via soh..
ResponderExcluirMas as vezes é, as vezes não há via de retorno...esse é o problema...
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